sábado, 3 de janeiro de 2009

Uniforme


UNIFORME ESCOLAR

Antes de julgarmos o uniforme como algo obrigatório e até certo ponto impositivo, devemos entender que ele é uma ferramenta fundamental de identificação e um agente combatente da discriminação entre os alunos.
Antigamente, no fim do século XIX, só usavam uniformes as crianças de famílias ricas dos principais colégios públicos do país. Isso mesmo, nessa época só estudavam os mais ricos e o colégio público era a principal referência de uma instituição séria de ensino.
O uniforme era obrigatório e servia para identificar as crianças dentro e fora do colégio, sendo que seu corte seguia as principais tendências européias que eram adaptadas ao nosso clima e região.
Com o passar dos anos, houve um incremento das instituições e com a formulação de uma educação mais popular a todas as classes, os mais pobres também começaram a freqüentá-la e, com isso, a usar uniforme.
Dessa forma, essa farda escolar acabou sendo difundida e popularizada. Era importante que todos os alunos, independente de sua condição social ou origem, usassem-na como uma forma de identificação perante a sociedade e, mais que isso, que determinassem os alunos a um mesmo patamar de aceitação e condição.
Hoje em dia ele ainda exerce uma importante função dentro e fora da unidade escolar. Podendo identificar de forma mais evidente os alunos nas imediações e no bairro da escola, define esses de forma igualitária em épocas de modismos e consumismo e, ainda, representa aos pais uma economia sensível no orçamento familiar já que as outras roupas podem ser poupadas para ocasiões específicas.
Por isso o uniforme deve ser usado e compreendido. Quem costuma rotular o uniforme acaba favorecendo sem querer o exibicionismo e ainda contribui para uma competição desnecessária dos alunos por roupas e padrões que não devem ser comuns ao ambiente escolar.


Por: 6ª séries
Orientação e revisão: Profª Juliane Baseggio

Patrimônio Público


PATRIMÔNIO PÚBLICO: CONSERVAÇÃO X DEPREDAÇÃO


Historicamente, um dos problemas enfrentados pelas escolas públicas é a depredação do espaço físico, um fator ocasionado por alunos e integrantes da comunidade. Nossa escola, na gestão atual, tendo como desafio a aproximação da escola com a comunidade e abrindo seus portões para a prática de esportes, eventos, supletivo e Programa Escola Aberta, percebe que essa boa relação ajuda na conservação da área externa do prédio por parte da comunidade.
Na E.B.I.A.S, percebemos que as depredações acontecem, principalmente, nos banheiros e salas de aula, onde observamos paredes e carteiras riscadas, fechaduras e portas quebradas. Isso nos leva a constatar que alguns de nossos alunos nos intervalos de aula aproveitam para deixar suas marcas de maneira negativa. Quando conseguimos identificar quem depredou, chamamos os responsáveis para o ressarcimento do prejuízo causado, quando não, procuramos consertar, imediatamente, de modo a evitar novos danos.
Infelizmente, ainda, para algumas pessoas os impostos são pagos para essas manutenções, não dando a menor importância à conservação e limpeza dos ambientes da escola.
Assim, verbas e serviços, os quais poderiam ser evitados ou destinados a outras melhorias, acabam tendo sempre o mesmo destino: refazer o que já estava feito.
Atualmente reformamos os quatro banheiros, que até o momento estão conservados, e o custo da manutenção para cada um foi de R$ 766,00, totalizando assim um valor de R$ 3.064,00, sendo que enfrentamos muitas dificuldades orçamentárias e dependemos, na maioria das vezes, dos nossos colaboradores/voluntários.

Então galera, ajude a preservar esse espaço de vivências diárias e passe uma
boa imagem da nossa escola!
Nossos agradecimentos a todos os colaboradores.

Por: Elizângela Pereira - Diretora

Afiadíssima

LÍNGUA AFIADA!!!

O Dário foi reeleito____________________________________________

Em português, só se usa artigo antes de nome próprio de pessoa que tem intimidade com o sujeito a que está fazendo referência. Sem intimidade, não pode haver o artigo.
O uso do artigo (no caso, O) é próprio da linguagem falada, da linguagem familiar.
Mesmo assim já ouvimos pessoas que, ao se referirem a Machado de Assis, disseram : “o Machado”. É intimidade para ninguém pôr defeito...


João torce para o Figueirense___________________________________

Torce mal: melhor é torcer pelo Figueirense, já que a preposição por que se usa nesse caso:

João torce pelo Grêmio.
Quem não torce pelo Brasil deveria ficar quieto.
Fábio, por que time você torce?
Todo brasileiro tem um time por que torcer.


O dono da casa é eu mesmo_______________________________________

O verbo ser concorda sempre com o pronome reto:(eu, tu, ele/a, nós vós eles/as)
O dono da casa sou eu mesmo.
O culpado de tudo isso és tu.
O responsável por isso não somos nós.

Redobrada a atenção devemos ter com as locuções verbais:
Não posso ser eu esse da foto: está feio demais! (E não: Não pode ser eu.)
Não vou ser eu o escolhido, aposto! (E não: Não vai ser eu.)
Devo ser eu o responsável por isso? (E não: Deve ser eu...?)


Por: Profª Juliane Baseggio
Referência bibliográfica: Sacconi, Luiz Antonio.

Correio escolar


CORREIO DA ESCOLA E.B.I.A.S

À futura Diretora:

Escrevo esta carta para dizer quem eu quero que seja a nova diretora da escola E.B.I.A.S. Gostaria que fosse a Marizilda porque eu adoro o trabalho que ela faz e o jeito como ela lida com os alunos, pais e professores.
Este é o meu primeiro ano aqui e estou gostando muito dos professores, da direção, do espaço que temos, do lanche, do laboratório de ciências...
Mas tem uma coisa que eu gostaria que mudasse, o tempo do recreio poderia aumentar em 5 minutos, de 15 para 20 minutos, pois mal dá para comer e o sinal já bate e, muitas vezes, não temos tempo para ir ao banheiro, conversar com os colegas...
Espero que me entendam.

Um grande abraço,

Luís Henrique Dias – 53


Prezada futura Diretora:

Há quase um ano comecei a estudar nesta escola e, pelo pouco que a conheço, gosto muito de tudo. Me sinto protegido e respeitado por todos.
Uma das coisas que mais gostei é que posso participar dos conselhos de classe porque ali se pode falar e ouvir. Ah, é muito bom termos uniforme, pois devemos ter orgulho da escola em que estudamos.
No entanto há uma coisa que poderia mudar, o recreio. Às vezes, passo o recreio todo na fila e não consigo comer, pois logo bate o sinal.
Gostaria que a nova direção continuasse o bom trabalho que já existe na escola.

Atenciosamente,

Renato Cardoso – 53


Senhora futura Diretora:

Eu me chamo Munize, sou estudante do E.B.I.A.S, tenho 10 anos e estou na turma 51.Entrei neste colégio na 3ª série e gosto muito daqui, tenho muitas amigas, os professores são bons e tenho certeza que o ano que vem as coisas podem melhorar ainda mais!
Mas para isso acontecer, acho que pode haver algumas mudanças: a quadra de esporte é ótima, porém está meio abandonada; na hora do recreio, no refeitório, muitos alunos “furam” a fila enquanto outros “morrem” na fila sem, na maioria das vezes, comer o lanche; o bosque, que é uma área de lazer, poderia ser mais “explorado” e, também, o tempo do recreio que poderia ter mais 5 minutos e, se for o caso, poderíamos sair 5 minutos mais tarde ou chegar 5 minutos antes!

Obrigada,
Munize – 51

Por: Alunos das 5ª séries
Orientação e revisão: Profª Juliane Baseggio

Agradecimento


"AGRADECIMENTO A NOSSA DIRETORA"

A comunidade escolar da E.B.I.A.S, agradece a Diretora Elizângela pelo seu trabalho realizado em nossa escola. Muito obrigada pelo seu desempenho e dedicação para com todos.
Desejamos à nova diretora Marizilda muita sorte e todo nosso apoio em mais esta etapa de trabalho na escola.

“Elizângela, venceste a mais este desafio na E.B.I.A.S.
Foram longas as horas de trabalho
e grande a responsabilidade que lhe confiamos.
Mas, teu exemplo convenceu a todos,
tua presença na direção foi fundamental
e tuas lições permaneceram.
Agora é a vez da nossa orientadora Marizilda.
Com a sua postura séria, ética e honesta,
você tem nas mãos um grande trabalho.
Mas, não se esqueça, dividir é sempre a melhor solução”.

Por: Comunidade E.B.I.A.S

Leitura

O HÁBITO DA LEITURA
Ler! Por prazer ou por necessidade?


Ao fazer uma pesquisa com os alunos da escola sobre o hábito da leitura, constatei que, 99% deles lêem por considerar a mesma uma obrigação, para ajudá-los a ter um futuro melhor.
Fazendo a mesma pergunta para outra criança , que não faz parte dessa escola, respondeu que gostava de ler, porque faz voar na imaginação, que o livro lhe deixa curioso em descobrir os segredos que nele contém,
Porque a maioria dos alunos não possui o mesmo sentimento do último menino entrevistado? Será que não tiveram o mesmo incentivo? Ou quem sabe não tiveram a mesma experiência positiva sobre o ato de ler? Muito se fala que o aluno tem que ter incentivo para gostar de ler, mas como desenvolver esse incentivo? Ou será que esse gosto já nasce com a criança? É algo que preocupa muitos pais e professores. É o grande desafio hoje da escola, transformar seus alunos em bons leitores.
De acordo com alguns pesquisadores sobre o assunto, esse incentivo tem que começar desde muito cedo. Contar e ler histórias para as crianças desde a mais tenra idade, deveria ser uma prática dos pais. Mas a nossa realidade infelizmente não é esta. Então cabe a escola desafiar e transformar seus alunos em bons leitores. Isto se consegue com professores que tenham se contaminado pelo amor aos livros e percebam a leitura não só como um meio para conhecer o mundo e resolver problemas práticos, mas também como uma forma de felicidade.
Seguindo este pensamento vale citar o filósofo francês Michel Montaingne: “Nada faço sem alegria”. E, por considerar a leitura uma das possibilidades do homem, recomendava que lêssemos, em primeiro lugar, os livros que nos dão prazer e não exijam esforço. Mais tarde, já fisgados pela leitura, descobriremos que vale a pena o sacrifício de decifrar textos difíceis, complicados, pois eles podem nos proporcionar descobertas incríveis e grandes alegrias intelectuais.



Por: Celma Maria Pereira - Biblioteca

Alimentação


PROJETO: EU SOU AQUILO QUE COMO!

Os alunos das 3ª séries concluíram o seu trabalho sobre “Eu sou aquilo que como” com uma receita bastante saborosa e prática de reaproveitamento de alimentos, que na maioria das vezes, são desperdiçados.
Esse trabalho permitiu que se fizesse uma reflexão sobre os alimentos que são consumidos diariamente e que, muitas vezes, são ingeridos de maneira errada. Com isso, perceberam que a alimentação deve ser balanceada e que é de extrema importância na obtenção de uma vida saudável.

Veja nas receitas abaixo uma dica de REAPROVEITAMENTO DE ALIMENTOS:
BOLO DE BANANA

INGREDIENTES:
9 cascas de banana madura2 ovos1 xícara (chá) de água filtrada1 xícara (chá) de açúcar2 colheres (sopa) de margarina2 xícaras (chá) de farinha de trigo2 colheres (sopa) rasas de fermento em pócanela em pó a gostogotas de baunilha

MODO DE PREPARO:
Lave bem as cascas de banana. pique as cascas, bata-as no liquidificador com água filtrada e reserve. Numa tigela, bata as gemas, o açúcar e a margarina. Em seguida, junte as cascas batidas, a farinha de trigo, o fermento em pó, a canela, a baunilha e misture bem. Acrescente as claras em neve e misture com cuidado. Despeje a massa na assadeira e leve em forno por mais ou menos 20 minutos.



REFRIGERANTE CASEIRO

INGREDIENTES:
3 cenouras com casca (bem lavadas).
casca de uma laranja

MODO DE PREPARO:
Bata tudo no liquidificador e coe. Acrescente 2 litros de água gelada. Misture bem e sirva gelado.
açúcar
água gelada
½ copo de água
1 suco de limão

Por: Turmas 31 e 33
Orientação: Profª Valdete P. Dutra